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O papel dos maduros na preservação do meio ambiente

O papel dos maduros na preservação do meio ambiente

Para construir a nossa própria longevidade e deixar um legado positivo é fundamental cuidar da longevidade do planeta em que vivemos.

As pesquisas científicas apontam que muitas mudanças ambientais estão acontecendo em função do aumento do desmatamento e outras interferências humanas na natureza. Na nossa própria experiência podemos perceber isso no dia a dia: as temperaturas estão mais extremas e as estações do ano já não são tão bem marcadas como antigamente. 

Em Belo Horizonte, por exemplo, é comum escutar pessoas mais velhas dizendo como o clima da capital mudou nos últimos anos. A cidade que era conhecida por seu clima ameno, agora apresenta épocas de chuvas muito fortes, algumas vezes acompanhadas de enchentes e destruição; e outras épocas super secas, em que a água fica mais escassa. 

Mas, o que isso tem a ver com envelhecimento? Bom, em primeiro lugar é importante reconhecer que os maduros têm em sua própria história marcas da história do mundo e carregam na memória experiências e informações sobre as mudanças ambientais que são importantes para as gerações mais novas. 

Além disso, o envelhecimento populacional junto às transformações sócio-ambientais trazem inúmeros desafios que demandam discussões e reflexões profundas sobre a forma como nos relacionamos com o meio ambiente. Dessa forma, é muito importante que as pessoas idosas participem ativamente, tanto na formulação de novas atitudes sobre as questões ambientais como na própria construção da cidadania e de melhores condições de vida na velhice. 

Já pensou em plantar uma árvore em cada aniversário seu? Ou ensinar aos seus netos sobre a importância de preservar os córregos e rios, não jogando lixo nas ruas? Esses são alguns exemplos simples de ações possíveis de se fazer! 

26/7 – Dia dos Avós. Você sabe como surgiu a data?

26/7 – Dia dos Avós. Você sabe como surgiu a data?

Descubra também os benefícios da convivência entre avós e netos e celebre esse dia em família, mesmo à distância.

Você sabe a origem do Dia dos Avós? A data celebrada no Brasil e em Portugal no dia 26/07 foi criada graças à campanha de uma senhora portuguesa conhecida como Dona Aninhas, que não se conformava com a desvalorização dos avôs e avós na vida das famílias. 

Ela era avó de quatro netas e dois netos e, na década de 1980, decidiu se tornar missionária da causa dos avôs e avós, defendendo que se comemorasse a data. Dona Aninhas viajou vários países como Brasil, França, Estados Unidos, Alemanha, África do Sul, Espanha, Angola, Suíça e Canadá em prol dessa causa. A data escolhida teve um forte motivo: dia 26 de julho é quando a Igreja Católica celebra São Joaquim e Santa Ana, considerados pais de Maria, avós de Jesus.

Apesar do dia 26 de Julho não ser um consenso em todos os lugares do mundo, muitos outros países também celebram seus dias dos avós em outras datas. Na Itália, por exemplo,  é comemorado no dia 02 de Outubro e nos Estados Unidos no primeiro domingo de Setembro. 

Independente do dia exato, o Dia dos Avós é um momento oportuno para agradecer e celebrar a vida dessas pessoas tão importantes para todos nós!

Nos links abaixo você pode encontrar algumas informações interessantes sobre a data e opções de lazer para esse dia ser comemorado, mesmo à distância:

Museu da Pessoa oferece ferramenta digital para registrar cotidiano na pandemia

Museu da Pessoa oferece ferramenta digital para registrar cotidiano na pandemia

O Museu da Pessoa, conhecido pela forma pioneira e colaborativa de contar histórias de vida, também se adaptou à pandemia com a criação do “Diário para o futuro”, um tipo de acervo digital com reflexões sobre a pandemia do novo coronavírus e o impacto na vida das pessoas. Pode ser um ensaio mais profundo sobre sentimentos que vieram à tona com o isolamento social, como medo e angústia ou mesmo um recorte mais banal do cotidiano, contando o que você tem feito para se divertir e se conectar com as pessoas, mesmo à distância.

Os relatos podem ser feitos em vídeo ou áudio, com duração de até dois minutos. A gravação é realizada em tempo real no próprio site do Museu da Pessoa e você ainda pode assistir a uma versão prévia, antes da publicação. Não se esqueça de citar seu nome completo e data. Para os textos, a orientação é que tenham, no mínimo, dois parágrafos.  

Imagine daqui a alguns anos você e sua família assistindo ao seu relato no “Diário para o futuro”. É uma forma de compartilhar sentimentos comuns a todos e de dividir as dores, a ansiedade e as aflições que vieram junto com a pandemia. Uma forma de personalizar a maneira como você viveu e sentiu esse período. Que tal fazer o seu registro agora?

Você sabe o que é ageismo?

Você sabe o que é ageismo?

Esse termo realmente não é familiar para grande parte das pessoas e a Rede 60+ vai explicar o que é. Ageismo é a palavra em português correspondente a Ageism, em inglês, que nomeia o preconceito e discriminação contra pessoas pessoas idosas em  função da sua faixa etária. Também pode ser chamado de preconceito etário, etarismo ou idadismo. 

Independente do nome, o pré-julgamento causa constrangimentos e outros impactos psicológicos para os 60+. E acontece mais frequentemente do que você imagina. Vemos ageismo nas relações familiares, quando filhos ou pessoas próximas às pessoas idosas ditam regras de comportamento, sem levar em conta a vontade dos maduros. Vemos também no mercado de trabalho, quando eles são considerados ultrapassados e têm dificuldades de conseguir um emprego. E também é fácil constatar o preconceito etário nas relações de um forma geral, quando outros tecem comentários hostis sobre os 60+ ou os tratam de forma infantilizada. 

Já ouviu a expressão “você parece jovem para sua idade”? Essa fala, que comumente vem em forma de elogio, no fundo expressa a desvalorização social da velhice em detrimento da juventude, como se ficar velho sempre fosse algo negativo e feio. Mas, uma pessoa parecer ter a idade que tem não deveria ser uma coisa ruim, já que envelhecer na verdade é uma conquista. 

Com a pandemia do novo coronavírus o ageismo ficou mais latente, uma vez que os 60+ são considerados grupo de risco. Muito se discute em relação ao que eles podem e devem ou não fazer e as definições, nem sempre, levam em conta a vontade e a opinião dos próprios seniores. 

E como se combate o ageismo? Primeiro, é necessário que as pessoas conheçam esse tipo de preconceito. Depois, a forma de combatê-lo é colocando em prática comportamentos e sentimentos muito simples, como empatia, compreensão, amor e respeito às diferenças.

Como os famosos estão criando novas conexões na internet

Como os famosos estão criando novas conexões na internet

Tempos difíceis exigem resiliência e criatividade para atravessar essa pandemia de forma mais leve. E resiliência e superação são predicados que não faltam aos 60+. Temos visto belos exemplos de pessoas que estão se reinventando, buscando novos prazeres e criando conexões que vão muito além dos seus círculos familiares, de amizade e profissionais.

Alguns desses desbravadores são bem conhecidos, como o ator Ary Fontoura, que virou o “muso da quarentena” depois que resolveu compartilhar sua rotina no Instagram. Ele divide com os seguidores seu isolamento social e como o enfrenta de bom humor e atividades simples, como fazer um bolo, arrumar a casa ou se exercitando. O sucesso foi meteórico e ele já alcançou quase um milhão de seguidores. 

Quem também se destaca pela presença digital é o ex-apresentador do Jornal Nacional, Cid Moreira. Além do Instagram, ele mantém um canal no Youtube e um podcast na plataforma Deezer. Nos seus canais, ele faz leitura da bíblia, divide sua rotina com as pessoas, dá dicas de livros e séries e divulga algumas causas sociais. Já superou 750 mil seguidores. 

Fato é que, independente de serem famosos, eles encontraram nas redes sociais uma maneira de se manter conectados com o mundo, de criar novas novas relações, mesmo que virtuais, de reduzir os efeitos do isolamento social e ainda de trocar experiências com pessoas de diferentes gerações, fazendo com que a experiência seja cheia de empatia e respeito.

Museu dos Brinquedos promove atividades para netos e avós

Museu dos Brinquedos promove atividades para netos e avós

A relação dos netos com seus avós está passando por provações nesta quarentena porque o distanciamento social trouxe uma nova realidade em que a convivência e o  contato físico foram interrompidos. A boa notícia é que o Museu dos Brinquedos, em Belo Horizonte, tem sido uma grande aliado para promover interações recheadas de amor e diversão, ainda que virtuais. E o museu faz isso por meio do seu canal no Youtube, que tem muita atividade, principalmente para avós e netos, como contação de histórias e brincadeiras educativas. Além de ajudar a passar o tempo, as atividades reforçam os laços de amor. Vamos brincar?

Pai e filho celebram a vida longeva juntos

Pai e filho celebram a vida longeva juntos

Já imaginou chegar saudável aos 90 anos de idade e ainda ter a possibilidade de comemorar com seu pai de 108 anos? Essa é a história do ator e cantor brasileiro Tony Tornado, que fez aniversário no dia 26 de Maio. Nascido em 1930, ele ainda demonstra vitalidade e inteligência, se posicionando sobre questões atuais.

Conheça um pouco mais sobre a vida e obra do artista nessa entrevista.

Por que perdoar faz bem

Por que perdoar faz bem

Desde que a pandemia começou e estamos em quarentena, muitas pessoas estão passando por um processo de revisão de valores e prioridades na vida, como se o contexto atual tivesse nos mostrado o óbvio: a nossa impotência diante de determinadas situações.  

Em momentos assim, a tendência é as pessoas se voltarem para dentro delas mesmas, num mergulho em busca de autoconhecimento. Nesse processo, podem surgir muitos questionamentos em relação a vida e até ressentimentos. 

E para falar sobre um sentimento tão forte é necessário citar também o seu antídoto, o perdão, que na verdade traz mais benefícios a quem o pratica do que quem o recebe. 

E todos nós carregamos, mesmo que inconscientemente, algum tipo de ressentimento que pode nos trazer más lembranças sobre uma pessoa, uma situação ou uma época da vida e isso causa muito sofrimento. 

Para reduzir os efeitos negativos do ressentimento é necessário perdoar, a si mesmo e aos outros. Dar outro significado para essa sensação é fundamental para o processo de evolução do ser humano, para que seu coração fique mais leve e para que você possa seguir a vida adiante, sem a carga de acontecimentos passados. 

O perdão é, antes de tudo, um gesto de humildade e sabedoria. Quer saber mais?

As relações sociais pós pandemia

As relações sociais pós pandemia

Cuidar das nossas relações sociais, pessoais e profissionais sempre foi importante para nos manter conectados com as pessoas que amamos e convivemos no dia a dia. Agora, mais do que nunca, essa pandemia deixa claro para todos a necessidade de nutrirmos nossos círculos de amizade e nossos laços com bons sentimentos, como amor, carinho, reciprocidade e cuidado.  

O link abaixo vai te levar para um programa de entrevistas do Canal CNN, em que o historiador Leandro Karnal conversa com jornalistas sobre a importância de passarmos por esse momento adverso com seriedade e serenidade. Todas as colocações dele são embasadas no contexto atual e em momentos históricos mundiais. 

Karnal acredita que, após o período de distanciamento social, é possível que passemos por um espécie de explosão de sociabilidade, em que as pessoas estarão mais propensas a se conectarem umas com as outras. Ele também pontua os efeitos do excesso de informação e faz uma análise com o passado, quando o problema era achar informação e atualmente a questão é filtrar a informação. 

Ele finda a entrevista com uma colocação muito relevante sobre o conceito de felicidade. Vale assistir. 

Amor 60+ em tempos de COVID-19

Amor 60+ em tempos de COVID-19

Nessa época de isolamento, é muito importante nos nutrirmos de esperança e notícias positivas para manter a alegria, apesar das dificuldades. O casal Manoel (93) e Iracema (91), da cidade de Betim-MG, é uma prova de que é possível ficar feliz, mesmo na pandemia. No aniversário de 74 anos de casamento eles tiveram que cancelar a comemoração que seria feita com toda a família, mas não deixaram de celebrar o amor nessa data. Leia mais no link abaixo: