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Perdas e ganhos fazem parte da vida e do nosso processo de amadurecimento. Mais do que nunca, esses tempos de pandemia estão colocando as pessoas à prova dos seus próprios limites, inclusive em relação às perdas. Perda de emprego, de um ente querido em função da Covid-19, da estabilidade emocional, financeira, da esperança e da rotina. Na contramão das perdas, vieram a ansiedade, angústia e medo. 

Independente do tipo de perda, fato é que as pessoas dificilmente estão preparadas para os percalços da vida. E ignorar o problema só o torna maior. É preciso assimilar a perda e vivê-la para que a pessoa consiga tirar dela algum proveito, uma lição de vida que vai ajudá-lo a seguir adiante. E sempre há o que se aprender, basta que você observe a questão com olhar mais atento, que vai além do problema em si. 

Nesse quesito, os 60+ se destacam. Os anos de vida já trouxeram a resiliência e a coragem necessárias para encarar de frente as adversidades. Isso não significa que os maduros não sofram, quer dizer apenas que a experiência apura o olhar e as reações diante dos acontecimentos. 

Alguns tipos comuns de reações às perdas

Não aceitação – Quando a pessoa ignora o problema, o coloca para debaixo do tapete. Traz ainda mais sofrimento e, muitas vezes, vitimismo e agressividade; 

Aceitação – Não é fácil, exige coragem, mas é o melhor a se fazer. Não finja que o sofrimento não existe, viva-o. Caso contrário, em determinado momento da sua vida, ele pode voltar ainda mais forte;

Gestão da perda – É quando a pessoa tem a capacidade de ressignificar aquela perda, olhando os aspectos positivos e negativos que a falta trará. Isso ajuda a ver os problemas de forma abrangente e racional, sem apequenar a perda e nem fazer dela um fantasma;

Aprendizado – Lembre-se de que todo sofrimento ou perda traz uma lição que te deixa mais forte e preparado para a vida. Encare dessa forma para que o aprendizado seja construtivo e menos doloroso. 

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