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A ausência da despedida dos entes queridos pode trazer ainda mais sofrimento. Saber lidar com esse sentimentos é importante para a saúde mental.

A pandemia do novo coronavírus trouxe diversos impactos para a sociedade, inclusive nos processos de elaboração da morte. O luto, que de acordo com o teórico John Bowlby é um processo natural que ocorre em reação a um rompimento de vínculo, tem sido vivenciado de uma forma diferente nesse cenário: sem encontros e abraços de acolhimento. 

Cada pessoa tem uma forma de elaborar a perda, variando os sentimentos – tristeza, raiva, revolta, negação, etc – e o tempo de manifestação de acordo com a singularidade de cada um. Mas a impossibilidade de participar de rituais fúnebres, como velar e enterrar pessoas queridas que se foram, pode trazer sofrimento e angústia para muita gente. As despedidas são importantes para ajudar na elaboração e organização dos sentimentos de quem fica, pois lidar com o vazio da perda é bastante desafiador. 

Escrever, conversar com amigos e conectar-se com a espiritualidade são algumas pequenas ações que podem ajudar nesse momento. 

Caso você precise de ajuda ou queira apoiar alguém na organização de um ritual de despedida nesse contexto da pandemia, acesse os guias a seguir: